8 Abril · 14:30

A MANOEUVRE está na 5ª Bienal Internacional de Arte de Gaia 2023 – Onda Bienal. Acompanhe-nos no sábado, dia 8 de abril, a partir das 14H30.

15 Abril · 14:30

Reinata Sadimba, escultora reconhecida de Moçambique, é-o do Mundo, estatuto que alcançou através da persistente entrega ao barro de onde traz: as formas inimitáveis; os símbolos perenes; a esperança efusiva.

19 Abril · 14:30

Butcheca, o nome com que Moisés Ernesto Matsinhe Mafuiane assina um trabalho fundado na crítica – pela forma como sonda o Mundo, e na estética – patente na intensa recriação que desse Mundo faz através da arte.

23 Abril · 14:30

Samuel Muankongue é um escultor com a ternura nos olhos e a vontade nas mãos: aqueles registam as simpatias do Mundo, ou seja, as relações entre o exterior e o interior; aquelas fixam-nas no barro.

30 Abril · 14:30

Mapfara esculpe, certamente, com os dedos na Lua e a cabeça no Mar, tal é a sua capacidade onírica, metamorfoseada incansavelmente através da matéria que é outro nome para aquilo que sonha.

7 Maio · 14:30

Kheto Lualuali encontrou um caminho e o seu estilo inevitável enquanto percorria, tanto as paisagens africanas, como os ares do Norte da Europa, de onde trouxe o que devia ser eminentemente guardado.

14 Maio · 14:30

Lulu Maparangue é um pintor cujas atmosferas criadas adquirem, geralmente, a qualidade de esfusiantes: pela cor intensa e luminosa, pelas assemblagens multiformes, pelas micro-histórias que vai contando.

21 Maio · 14:30

Simbraz é um artista com os olhos bem abertos que veem o que é necessário que seja visto; e que os fecha quando se trata de sentir o que é preciso sentir-se com a força descomunal da bondade e da justiça.

10 Junho · 14:30

Na data em que se assinala o Dia de Portugal, Nelo Teixeira, artista com uma obra heteróclita, e Agostinho Santos, diretor desta Onda Bienal, associam-se criativamente numa performance cujo resultado e seus inevitáveis efeitos não são, naturalmente, antecipáveis…

25 Junho · 14:30

Xesko acumula um percurso rico no que respeita à criação: na pintura, na serigrafia, no desenho, na literatura, música e no teatro. Contrapõe a liberdade e a rebeldia ao chamado “mundo da arte”, garantias do carácter geneticamente contestatário que melhor reconhece aos artistas e que reclama para si.

25 Junho · 16:00

Com a participação dos oradores:

(Prof. Doutor) José Carlos Venâncio

(Prof. Doutor) Filimone Meigos

(Prof. Doutor) Jorge Gumbe

(Prof.) Artur Marçal

1 Julho · 14:30

Nino Trindade defende o sentimento como elemento que aglutina a criação, vindo o artista enquanto registador da experiência, para o que se exige entrega e a reflexividade resultante da consciência.

21 Abril · 17:00
Reinata Sadimba Com Vida Samuel Muankongue

Exposição de Reinata Sadimba e Samuel Muankongue.

Reinata Sadimba e Samuel Muankongue, unidos derradeiramente pelo sangue, haviam de partilhar também a vertiginosa propensão para criar com o barro, numa eventual predestinação, todavia, feita de caminhos insondáveis.

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12 Maio · 17:00

Exposição de Mapfara

Mapfara acredita na arte como sendo a própria alma e vê as obras terminarem apenas quando atingem alguém, quando são vistas e acolhidas, como se fosse, então, uma música comum entre: artista, obra de arte, espectador.

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26 Maio · 17:00

Exposição de Kheto Lualuali

Kheto Lualuali apresenta-se-nos como um pintor, também e sem dúvida, da figuração humana que encarna através da presença, vindo o que retrata com o impacto do amplo mistério.

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9 Junho · 17:00

Exposição de Lulu Maparangue

Lulu Maparangue, pintor eclético, é difusionista na técnica, exímio no desenho e delicado no universo simbólico: como se existisse um pêndulo de ouro dentro de si, e que calibra, constantemente, o que vem retratar.

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23 Junho · 17:00

Exposição de Simbraz

Simbraz é um pintor multiforme, que tanto se atém à realidade infinita, como aos abismos de todas as naturezas humanas, cujas obras, pese embora a sua amplidão, vêm reguladas por um princípio de escuridão.

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7 Julho · 17:00

Exposição de Nino Trindade

Nino Trindade “vai à natureza” certamente como quem passeia à beira-mar e: vai apanhando e agrupando conchas, ao mesmo tempo que olha o fundo do mar, por um lado; fita o horizonte, por outro.

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21 Julho · 17:00

Exposição de Butcheca

Butcheca, o nome com que Moisés Ernesto Matsinhe Mafuiane assina um trabalho fundado na crítica – pela forma como sonda o Mundo, e na estética – patente na intensa recriação que desse Mundo faz através da arte.

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